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Edição 12 - março/abril 2012 - Clique na capa da edição
 

 

 

Vai procurar tua turma!
Relações/Parcerias
Afetividade/Diálogo

Quantos “eus” habitam em mim? Quantos “eus” me constituem? Quanto minhas relações me constituem enquanto sujeito no(s) mundo(s) que reconheço como meu(s) território(s) de pertencimento? Até que ponto minhas relações me localizam na(s) dimensões e espaços onde (sobre) vivo? Através do diálogo podem-se iniciar parcerias ou podem-se findar relações. Um diálogo é sufocado quando uma única fala prevalece transformando esse diálogo em um monólogo. A afetividade sobrevive ao silêncio? Será que essa pergunta faz sentido? Talvez a falta de diálogo para elaborar em um parágrafo essa ideia faça com que Eu me dê conta de que Eu preciso do outro para tentar perceber os sentidos da existência e do fim dela. Eu, tu... Talvez nós com eles! Onde está o outro? Que grupo é esse? Onde está minha turma?

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ISSN 2177-6954
Edição 11 - janeiro/março 2011 - Clique na capa da edição
 
 
 
 
 
Índice

Onde não bate o sol!!!!
Segredo/Curiosidade
Tempo/Espaço

Esconderijos... lugares (in) acessíveis que despertam a curiosidade em diferentes épocas e espaços, onde o corpo é território para diferentes manifestações ou manifesta diferentes possibilidades... Onde não bate o sol é quente ou frio? Onde não bate o sol é iluminado pela lua? A sombra desperta o medo por muitas vezes não se ver o que está sob ela, ou, apresenta um espaço/tempo para se camuflar, esconder e/ou descansar? Quem vive no trânsito entre a luz e a escuridão? Quem guarda segredos em lugares onde não bate o sol que podem contar diferentes versões sobre a mesma história? O escondido, inacessível ou proibido desperta a curiosidade e desejos?

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ISSN 2177-6954

 
Edição 10 - Agosto/Setembro 2010 - Clique na capa da edição
 
 
 
 
Índice

DA RUA PARA...
Contextualização/Apropriação
Atenção/Distanciamento

A rua, o fora, o distante... É importante estar atento para o que acontece e se apresenta fora do meio em que habito. Assim talvez seja possível transitar por outros territórios e se apropriar de elementos que despertem identificação e estranhamento. Porém é importante pensar em como contextualizar esse outro, que está fora, do outro lado, talvez distante da “realidade” que faz parte do meu dia-a-dia. Como conviver, aceitar, acolher e contextualizar o estranho, o estrangeiro o ser da rua?

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ISSN 2177-6954
 
Edição 09 - Março/Abril 2010 - Clique na capa da edição
 
 
 

“Pré-natal
Tempo de gestação”
Criatividade/Invenção
Descobertas/Possibilidades


Qual a relação entre criar, descobrir e inventar? Falar de criação é falar de possibilidades de fazer e pensar algo, e são essas possibilidades que permitem vislumbrar um panorama que indica quais os caminhos que se pode escolher. Que escolhas fazer? A gestação em seres humanos tem uma previsão de 9 (nove) meses que seria o tempo para a criação, para o desenvolvimento do feto. E o criar de um modo geral tem um tempo estabelecido? Se pensarmos que tudo está em processo, tudo está em constante construção, podemos pensar em estar sempre em criação?

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ISSN 2177-6954 Índice
Edição 08 - Novembro/Dezembro 2009 - Clique na capa da edição
 
 

Quando eu crescer...
A Inocência/O Lúdico/A Força/O Poder


A criança brinca? O adulto trabalha? Esses são exemplos de construções sociais que estabelecem quem brinca e quem trabalha. Porém essas construções resultam em outras que colocam quem “brinca” em alguns casos em situação de inocência e que “trabalha” em posição de poder. E como se percebe isso em outras circunstâncias da vida? O que seria o brincar? Estaria a inocência relacionada à submissão? O que seria o trabalhar? No trabalho, na família, no grupo de amigos, no supermercado e em uma festa quem está em situação de poder?

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ISSN 2177-6954
Edição 07 - Setembro/Outubro 2009 - Clique na capa da edição
 
 

“Mais uma vez” é “Batata”
Rituais/Crenças/
Costumes/Valores

Rituais podem ser formas de realizar algo acreditando que certos costumes e características “fundamentais” são responsáveis pela realização, a dita perfeição e concretização do que se pretende alcançar. Como são os rituais nas culturas urbanas contemporâneas? No que diferentes grupos sociais têm acreditado e reconhecido como importante? Ritual, repetição necessária ou T.O.C (transtorno obsessivo compulsivo)?

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ISSN 2177-6954
Edição 06 - Agosto de 2009 - Clique na capa da edição
 
 

 

“Sem barba, sem lenço, sem documento...”
Disponibilidade/Desprendimento/
Visibilidade/PúblicoxPrivado

Quais os elementos que nos tornam visíveis? E quando não há elemento algum? As noções de disponibilidade às vezes apresentam limites que esclarecem que estar disponível nem sempre significa estar totalmente ao dispor de alguém. O que é público para uns pode ser privado para outros. O fato de estar despido coloca o individuo em grande visibilidade, situação que tem significados diferentes. Estar sem roupa em uma revista, em um filme, na rua, no banheiro ou em fotografias possui o mesmo significado? Quais são os limites entre o público e o privado?

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ISSN 2177-6954
Edição 05 - Julho de 2009 - Clique na capa da edição
 
 
 

 

“Onde está a moda?”
Regra/Formatividade/Estilo de Vida/Consumo

O que tem sido reconhecido como moda na sociedade contemporânea? Os diferentes estilos de vida apresentam possibilidades para criadores de diferentes áreas concretizarem suas idéias e disponibilizá-las para consumo? O que é e como é a moda dentro em diferentes contextos? O corpo da moda, a dança da moda, as palavras da moda, a música da moda, as pessoas da moda...

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ISSN 2177-6954
Edição 04 - Junho 2009 - Clique nos links ao lado
 
 
 

Em Breve Visualização

 

 

“Ser ou não ser?...”
Representação social/Representação cênica
Ser/Estar/Parecer/Assumir

Esta edição parte das idéias de que o homem se representa tanto no convívio social quanto em um contexto cênico. De acordo com GOFFMAN (1985) somos atores sociais e o tempo todo representamos. “Ser ou não ser?...”

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ISSN 2177-6954
Edição 03 - Maio 2009 - Clique nos links ao lado
 
 
 
   

Em Breve Visualização

 

 

"iLegal - Isso Póóóódi"
Legitimação/Necessidade/Reconhecimento

A edição de maio "iLegaL - Legitimação, necessidade e reconhecimento" trata de questões sobre o legal e ilegal em diferentes áreas, sobre a legitimação de discursos e práticas em diferentes contextos. O que pode e o que não pode de acordo com escolhas individuais e coletivas.

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ISSN 2177-6954
   
Edição 02 - Abril 2009 - Clique nos links ao lado
 
 
 
   

Em Breve Visualização

 

"Cada um no seu quadrado"
Território/Fronteira/
Pertencimento/Inclusão x Exclusão

Esta edição trata de diferente noções de territorialidade, de como os indivíduos de diferentes contextos culturais transitam em diferentes territórios, levando a pensar na frase que se tornou popular em alguns lugares – “Cada um no seu quadrado”. E assim surge uma provocação: Qual é o seu(s) quadrado(s)?

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Edição 01 - Março 2009 - Clique nos links ao lado
 

A artificialização do corpo


A 1ª Edição levanta a questões sobre “natural” e “artificial” no corpo. O que é natural e artificial? Tudo é natural ou naturalizado? Artificial? O corpo é construído?

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