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as Edições abaixo |
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Edição
12 - março/abril 2012 - Clique
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Vai
procurar tua turma!
Relações/Parcerias
Afetividade/Diálogo
Quantos
“eus” habitam em mim? Quantos “eus” me constituem?
Quanto minhas relações me constituem enquanto sujeito
no(s) mundo(s) que reconheço como meu(s) território(s)
de pertencimento? Até que ponto minhas relações
me localizam na(s) dimensões e espaços onde (sobre)
vivo? Através do diálogo podem-se iniciar parcerias
ou podem-se findar relações. Um diálogo é
sufocado quando uma única fala prevalece transformando esse
diálogo em um monólogo. A afetividade sobrevive ao
silêncio? Será que essa pergunta faz sentido? Talvez
a falta de diálogo para elaborar em um parágrafo essa
ideia faça com que Eu me dê conta de que Eu preciso
do outro para tentar perceber os sentidos da existência e
do fim dela. Eu, tu... Talvez nós com eles! Onde está
o outro? Que grupo é esse? Onde está minha turma?
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Edição
11 - janeiro/março 2011 - Clique
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| Onde
não bate o sol!!!!
Segredo/Curiosidade
Tempo/Espaço
Esconderijos... lugares
(in) acessíveis que despertam a curiosidade em diferentes
épocas e espaços, onde o corpo é território
para diferentes manifestações ou manifesta diferentes
possibilidades... Onde não bate o sol é quente ou
frio? Onde não bate o sol é iluminado pela lua? A
sombra desperta o medo por muitas vezes não se ver o que
está sob ela, ou, apresenta um espaço/tempo para se
camuflar, esconder e/ou descansar? Quem vive no trânsito entre
a luz e a escuridão? Quem guarda segredos em lugares onde
não bate o sol que podem contar diferentes versões
sobre a mesma história? O escondido, inacessível ou
proibido desperta a curiosidade e desejos?
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Edição
10 - Agosto/Setembro 2010 - Clique na
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DA
RUA PARA...
Contextualização/Apropriação
Atenção/Distanciamento
A rua, o fora, o distante...
É importante estar atento para o que acontece e se apresenta
fora do meio em que habito. Assim talvez seja possível transitar
por outros territórios e se apropriar de elementos que despertem
identificação e estranhamento. Porém é
importante pensar em como contextualizar esse outro, que está
fora, do outro lado, talvez distante da “realidade”
que faz parte do meu dia-a-dia. Como conviver, aceitar, acolher
e contextualizar o estranho, o estrangeiro o ser da rua?
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Edição
09 - Março/Abril 2010 - Clique
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“Pré-natal
Tempo de gestação”
Criatividade/Invenção
Descobertas/Possibilidades
Qual a relação entre criar,
descobrir e inventar? Falar de criação é falar
de possibilidades de fazer e pensar algo, e são essas possibilidades
que permitem vislumbrar um panorama que indica quais os caminhos
que se pode escolher. Que escolhas fazer? A gestação
em seres humanos tem uma previsão de 9 (nove) meses que seria
o tempo para a criação, para o desenvolvimento do
feto. E o criar de um modo geral tem um tempo estabelecido? Se pensarmos
que tudo está em processo, tudo está em constante
construção, podemos pensar em estar sempre em criação?
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Edição
08 - Novembro/Dezembro 2009 - Clique
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Quando
eu crescer...
A Inocência/O Lúdico/A Força/O
Poder
A criança brinca? O adulto trabalha? Esses são
exemplos de construções sociais que estabelecem
quem brinca e quem trabalha. Porém essas construções
resultam em outras que colocam quem “brinca” em
alguns casos em situação de inocência
e que “trabalha” em posição de poder.
E como se percebe isso em outras circunstâncias da vida?
O que seria o brincar? Estaria a inocência relacionada
à submissão? O que seria o trabalhar? No trabalho,
na família, no grupo de amigos, no supermercado e em
uma festa quem está em situação de poder?
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Edição
07 - Setembro/Outubro 2009 - Clique
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“Mais
uma vez” é “Batata”
Rituais/Crenças/Costumes/Valores
Rituais podem
ser formas de realizar algo acreditando que certos costumes
e características “fundamentais” são
responsáveis pela realização, a dita
perfeição e concretização do que
se pretende alcançar. Como são os rituais nas
culturas urbanas contemporâneas? No que diferentes grupos
sociais têm acreditado e reconhecido como importante?
Ritual, repetição necessária ou T.O.C
(transtorno obsessivo compulsivo)?
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Edição
06 - Agosto de 2009 - Clique na
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“Sem
barba, sem lenço, sem documento...”
Disponibilidade/Desprendimento/
Visibilidade/PúblicoxPrivado
Quais os elementos
que nos tornam visíveis? E quando não há
elemento algum? As noções de disponibilidade
às vezes apresentam limites que esclarecem que estar
disponível nem sempre significa estar totalmente ao
dispor de alguém. O que é público para
uns pode ser privado para outros. O fato de estar despido
coloca o individuo em grande visibilidade, situação
que tem significados diferentes. Estar sem roupa em uma revista,
em um filme, na rua, no banheiro ou em fotografias possui
o mesmo significado? Quais são os limites entre o público
e o privado?
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Edição
05 - Julho de 2009 - Clique na capa da edição |
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“Onde
está a moda?”
Regra/Formatividade/Estilo de Vida/Consumo
O que tem sido
reconhecido como moda na sociedade contemporânea? Os
diferentes estilos de vida apresentam possibilidades para
criadores de diferentes áreas concretizarem suas idéias
e disponibilizá-las para consumo? O que é e
como é a moda dentro em diferentes contextos? O corpo
da moda, a dança da moda, as palavras da moda, a música
da moda, as pessoas da moda...
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Edição
04 - Junho 2009 -
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Em Breve Visualização

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“Ser
ou não ser?...”
Representação social/Representação cênica
Ser/Estar/Parecer/Assumir
Esta edição
parte das idéias de que o homem se representa tanto no convívio
social quanto em um contexto cênico. De acordo com GOFFMAN
(1985) somos atores sociais e o tempo todo representamos. “Ser
ou não ser?...”
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Edição
03 - Maio 2009 -
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Em Breve Visualização

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"iLegal
- Isso Póóóódi"
Legitimação/Necessidade/Reconhecimento
A edição
de maio "iLegaL - Legitimação, necessidade e
reconhecimento" trata de questões sobre o legal e ilegal
em diferentes áreas, sobre a legitimação de
discursos e práticas em diferentes contextos. O que pode
e o que não pode de acordo com escolhas individuais e coletivas.
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Edição
02 - Abril 2009 - Clique nos links ao lado |
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Em Breve Visualização

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"Cada
um no seu quadrado"
Território/Fronteira/
Pertencimento/Inclusão x Exclusão
Esta edição
trata de diferente noções de territorialidade, de
como os indivíduos de diferentes contextos culturais transitam
em diferentes territórios, levando a pensar na frase que
se tornou popular em alguns lugares – “Cada um no seu
quadrado”. E assim surge uma provocação: Qual
é o seu(s) quadrado(s)?
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Edição
01 - Março 2009 - Clique nos links ao lado |
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A
artificialização do corpo
A 1ª Edição levanta a questões sobre “natural”
e “artificial” no corpo. O que é natural e artificial?
Tudo é natural ou naturalizado? Artificial? O corpo é
construído?
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2008 - Todos os direitos reservados - Processo C3 Grupo de Pesquisa
- Anderson Luiz de Souza e Wagner Ferraz |
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